Sou uma cobra peçonhenta, se querem saber (e se não querem também).
Não sou assim só porque sou, mas sou tudo em que me transformei por vivenciar com cada ser, escroto ou não, que passou ou ainda passa, algumas experiências.
E quer saber do que mais: eu sou um monstro, nem sei se digno de temor, mas sou... e não sou porque me fiz sozinha, mas porque me fizeram e me fazem.
Eu... hãn... só me adaptei e me adapto.
Não sei se sou digna nem ao menos do meu próprio temor a mim mesma, mas não é por não saber que deixo de fazê-lo.
Minha monstruosidade pode ser consistente ou em muita sinceridade (sabe? Aquela... a real, que te faz falar) ou em muita defesa... defesa por medo.
Medo esse que me faz monstro com medo de mim.
Não sou assim só porque sou, mas sou tudo em que me transformei por vivenciar com cada ser, escroto ou não, que passou ou ainda passa, algumas experiências.
E quer saber do que mais: eu sou um monstro, nem sei se digno de temor, mas sou... e não sou porque me fiz sozinha, mas porque me fizeram e me fazem.
Eu... hãn... só me adaptei e me adapto.
Não sei se sou digna nem ao menos do meu próprio temor a mim mesma, mas não é por não saber que deixo de fazê-lo.
Minha monstruosidade pode ser consistente ou em muita sinceridade (sabe? Aquela... a real, que te faz falar) ou em muita defesa... defesa por medo.
Medo esse que me faz monstro com medo de mim.


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