Wednesday, August 06, 2008

Eu não costumo ser tão transparente... mentira...
Quer dizer: eu tento me acostumar a não ser tão transparente, mas tudo bem.
E tentar é diferente de realmente conseguir. Tá valendo.
Às vezes é ruim deixar claro às pessoas 'pra que veio', sabe?
Não no sentido físico em si, mas mostrar a que veio assim de cara, o que você procura, o que você é, o que você quer, o porquê disso ou de aquilo outro, ah, sei lá, que chato.
Mistériozinhos são legais. Acho que tudo de maneira moderada é legal.
Faz parte de uma auto-preservação, uma defesa, uma proteção, mas ao mesmo tempo mantendo algum tipo de confiança (mas não muita) no resto das pessoas que não você mesma.

Eu costumo postar mais textos e desabafos, ruins ou não, mal escritos ou não, num orkut fake que tenho. Passei o endereço, até hoje, pra no máximo 6 pessoas. Acho que foram exatamente 6 pessoas. Acho bonito essa coisa de seleção. De selecionar quem você quer que veja, quem que você isso ou aquilo outro em toda a vida, e tudo mais.

Na verdade, vim aqui logada nesse treco com o intuíto de deixar o link do tal orkut fake pra quem entrar no meu blog com a esperança de encontrar textos recentes ou qualquer coisa do tipo (até parece que alguém entra aqui... esse blog é 'conhecido' por mais pessoas, mas também nada demais... não fiquei publicando pelo mundo afora) e, na verdade, acabei de desistir.

Vou continuar com as 6 pessoas.
Uma pessoa não entra porque tá presa, tá na cadeia há 1 ano e pouco.
Outra pessoa used to be minha amiga, mas not now... not here, not now.
Outra pessoa esqueceu e nem entra mais no orkut. Quando entra, nem vai lá.
Outra pessoa eu acho que também se esquece.
Outra pessoa só entrou mesmo uma vez, pra ver o que eu escrevia.
E outra pessoa é bem chata, também tem um orkut fake onde posta coisas (apesar de eu não saber o link) e eu sei lá o que ela faz no tempo livre. Acho que nada. Há!


É isso, é isso!
Perdão e Salve, salve, Darwin!

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